mudar de casa
13 Out 2020

Mudar de casa e poupar em 2021

Mudar de casa e de bairro, ou até sair da cidade, deixou de ser uma questão, nomeadamente para as gerações mais jovens que já não esperam ‘um trabalho e uma casa para vida’ e são mais adaptadas à mudança. Apesar da precaridade laboral, importa para muitas pessoas e famílias irem cumprindo sonhos e aceitando desafios, mais do que estar a vida inteira numa cidade ou num emprego. A pandemia trouxe novas necessidades em termos de habitação e pode ser o impulso que muitos consumidores e famílias precisavam para mudar, nunca esquecendo a poupança.  Conheça aqui as novas tendências e a forma de as alcançar. 

 

Casas e cidades pós-pandemia

 

Um pouco por todo o mundo, a ideia de casa no pós-pandemia poderá mudar e já há novas tendências. O aumento do trabalho à distância é uma ideia que veio para ficar, até para responder à necessidade de menos poluição e consumo. Os consumidores do presente e do futuro pensarão duas vezes antes de habitar espaços demasiados pequenos e pouco funcionais, temendo novas pandemias. A casa deixa de ser o refúgio utilitário de final de dia, e passa a ser um espaço com outras necessidades, onde trabalho e lazer têm de estar integrados.

As cidades já começam a mudar e a mobilidade é ainda mais questionada. Por exemplo, Nova York viu crescer o número de ciclistas e fechou ruas para carros a fim de aumentar o distanciamento. As bicicletas são vistas como prioridade para achatar a curva pandémica e continuar a baixar a poluição e essa é uma tendência crescente, já no bom caminho em cidades como Lisboa ou Aveiro.

Inquérito recente em Portugal

 

Em Portugal, um estudo realizado pela consultora JLL, quis aferir sobre o impacto da pandemia nas necessidades habitacionais dos cidadãos. Realizado junto de cerca de 1.400 inquiridos, o estudo conclui que 49% dos portugueses faria ajustes na sua casa devido à pandemia, sendo a criação de um espaço de trabalho (51%) e a modernização do espaço exterior (34%) as duas principais alterações, destacando-se ainda a intenção de redecorar a casa (33%).  Conclui-se também que 43% dos inquiridos mudaria de casa como consequência do confinamento, quando antes da pandemia apenas 19% estava à procura de uma nova habitação. Neste processo de procurar uma nova casa, a possibilidade de ter um espaço exterior privado foi o fator que ganhou maior relevo no pós-Covid, passando no grau de “muito importante” de cerca de 38% para 60%. Quem vive num apartamento foi quem mais passou a valorizar este fator, destacando-se os inquiridos que vivem com parceiro/a e filhos.

Novas tendências:

 

Espaço de Higienização à entrada: tal como indicado no período de confinamento, as casas vão precisar de garantir a assepsia do espaço onde agora se passa muito mais tempo. Ter um espaço à entrada onde se deixam os sapatos e roupa da rua vai generalizar-se.

Dividir espaços por atividades: as casas terão tendência a organizar-se por atividades como comer, dormir, relaxar, trabalhar/estudar, mais do que manter as suas divisões tradicionais.

Horta e plantas em casa/prédio/bairro: a necessidade de trazer a natureza para dentro de casa será maior, com plantas, em termos de bem-estar e decoração e, mais ainda, pela defesa necessária do sistema imunitário, no caso das hortas. Uma preocupação com a alimentação e a sua qualidade levará as pessoas a tentar cultivar em vasos, varandas, quintais ou pequenas hortas, dentro de casa ou nas proximidades.

Espaço de entregas nos edifícios: as entregas de todo o tipo de produtos em casa fazem mais sentido e poderão vir a ganhar mais importância ainda. É natural que os edifícios, mesmo os puramente residenciais, reorganizem o espaço em que recebem as encomendas.

Escritório em casa: passa a ser um espaço fundamental, bem iluminado, ventilado, organizado e com o maior isolamento acústico que a casa permitir. Serão necessários espaços físicos mais privados, cadeiras com melhor ergonomia, apoios de braços e pés para permitir horas seguidas de trabalho. Também as ligações de internet terão de ter a velocidade adequada ao trabalho.

Vida ao ar livre: privilegiar logradouros, varandas, quintais, jardins, hortas e zonas com menor número de habitantes é uma tendência. As pessoas tendem a procurar espaços com essas valências e a querer sair para os arredores das cidades, mas não os subúrbios já lotados, e sim zonas um pouco mais distantes, em pequenos povoados e zonas tipo rural.  Os ambientes terão mais iluminação natural e serão mais ventilados. A combinação reduz o uso do ar-condicionado e melhora da qualidade do ar, o que ajuda a defender a saúde. Os ambientes interiores serão mais integrados com a área externa.

Revestimentos e decoração: até nesta matéria as casas têm tendência a mudar, a precisar de serem redecoradas, de terem mais espaço, mais subdivisões, melhores isolamentos, materiais de fácil higienização e a decoração terá tendência a preferir materiais/tecidos que apelem ao conforto e bem-estar. A cortiça, a madeira e as fibras naturais, como o algodão e linho, estão em destaque.

Espaços de relaxamento: novas tendências poderão ser uma sala para ouvir música, ler, jogar e ver filmes e TV, separada do escritório ou da mesa de refeições; também a hipótese de ter mais e maiores casas de banho, que permitam um cuidado mais prolongado (tipo SPA). A mesma coisa para um bom arranjo do espaço exterior, se existir, como espaço de lazer.

Limpeza: a necessidade de mais e melhor higienização nas casas e edifícios será uma realidade, e tanto os espaços terão de ser construídos com materiais e móveis de fácil limpeza, como a limpeza dos edifícios terá de ser mais cuidada. Há a tendência a usar novas máquinas e tecnologia, como lâmpadas UV que matam vírus e germes e já são usadas em ambiente hospitalar.

Consumo consciente e redução de lixo: com todo o contexto associado ao lixo e à proliferação de germes e vírus, e o impacto de tudo isto no planeta, as pessoas pensarão duas vezes antes de consumir e ter de descartar o seu lixo. A tendência é para que haja uma queda do consumo e que se altere o estilo de vida para reduzir o impacto que cada um de nós tem no meio ambiente.

 

Por tudo isto, muita gente equaciona mudar de casa em 2021, sabendo que se o investimento for estratégico, e souber poupar, pode gostar mais da sua casa e do seu quotidiano e ter um estilo de vida mais sustentável, que lhe permitirá ter a casa que precisa, poupando em transportes, alimentação e tempo. Qualquer poupança mensal ajuda e com o APRIL VIDA CRÉDITO pode conseguir até 60% de poupança mensal neste seguro incontornável para quem tem ou quer ter crédito habitação.

A APRIL seguros pode ajudá-lo, caso queira transferir o seguro de vida ou caso faça um novo. Os nossos clientes poupam até 60% do valor que pagam atualmente, e por vezes até aumentam as suas coberturas.

 

O Vida Crédito April foi 7 vezes consecutivas considerado a escolha acertada do mercado por um estudo independente. Conheça as vantagens:

  • Poupança até 60% no seu Seguro de Vida Crédito Habitação;
  • Subscrição 100% digital, simples e rápida;
  • Nova cobertura ITP: este grau de invalidez é determinado, por norma, pela Tabela Nacional de Incapacidades e habitualmente tem um grau de invalidez de 60% ou 65%. A Invalidez de 60% é a mais reduzida, ou seja, estão nela incluídos acidentes/doenças que, embora graves, sejam um pouco menos delicados, pelo que estará mais protegido com este grau de cobertura;
  • Oferta do Serviço APRIL MEDICAL: consultas médicas por telefone e online, sem limite de utilização, 24h/7, extensível ao agregado familiar e sem limite de utilização. Totalmente gratuito para clientes;
  • Apoio Personalizado em todo o processo de transferência do seu Seguro de Vida;
  • Sem período de carência nem franquias de seguro.

 

Como posso saber mais?

Através da nossa Área de Cliente APRIL Seguros que tem equipas especializadas que prestam um serviço de atendimento e suporte personalizado.

A linha APRIL 808 300 123 / 213 433 362 disponível todos os dias úteis, de 2ª a 6ª feira, das 9h às 13h e das 14h às 18h (custo de chamada local). Estamos inteiramente ao seu dispor.

 

Ao enviar os seus dados concorda com a Política de Privacidade da April Portugal
Autorizo a recolha dos meus dados pessoais e que os mesmos sejam processados e armazenados informaticamente, bem como o contacto pela APRIL e/ou por um Parceiro APRIL.
Autorizo a utilização dos meus Dados Pessoais pela APRIL, para efeitos de comercialização de produtos e serviços e para fins de Marketing, incluindo, por exemplo, contacto por SMS, MMS e correio eletrónico